A Autora Elizabeth Jhin conta que se inspirou em seu primeiro amor para criar a relação entre Carlos (Gabriel Braga Nunes) e Elisa (Mayana Neiva)
O amor de infância de Carlos (Gabriel Braga Nunes) e Elisa (Mayana Neiva), da novela das seis, Amor Eterno Amor , foi escrito nas estrelas também na vida real. A autora Elizabeth Jhin conta que se inspirou em sua primeira paixão para criar o romance dos os personagens . "Carlos representava o primeiro amor que eu tive, quando eu morava em Belo Horizonte. A gente, inclusive, combinava de olhar as estrelas todo fim da tarde. Depois, perdemos o contanto quando me mudei para o Rio de Janeiro . Não sei aonde ele possa estar agora, mais foi uma pessoa que marcou muito a minha vida."
Na trama, a história de amor terá um fim diferente. Carlos mantém a promessa que fez a Elisa quando ainda eram crianças e espera reencontrá-lá para se casar. Nos próximos capítulos, o boiadeiro irá se encantar por Miriam (Leticia Persiles) , a jornalista escalada por Verbena (Ana Lúcia Torre) para encontrar seu filho desaparecido.
A nova paixão irá balançar o coração de Carlos , mesmo depois de ele reencontrar Elisa . "Eu acho que conhecidências não existem, tudo tem um sentido. Como a novela é espiritualista , vamos ter vários momentos em que algo pode até parecer uma coincidência, mas, na verdade, é engendrado pelo universo."
Fonte: Veja
quinta-feira, 15 de março de 2012
Romance de Amor Eterno Amor é inspirado em história real
Amor Eterno Amor: Carlos beija Miriam
Depois de um encontro que mexe com a vida e com as certezas de Miriam (Letícia Persiles) e Carlos (Gabriel Braga Nunes), os dois vivem mais um momento inesperado. Durante um passeio, o peão é tomado pela emoção. Envolvido pelo clima mágico de um céu estrelado, ele toma a jornalista em seus braços e a beija.
O romance é interrompido pelo flagra de Josué (Raphael Viana), que avisa que uma búfala está parindo e precisa da ajuda urgente de Carlos. Os três partem imediatamente para a fazenda, impedindo Carlos e Miriam consigam conversar sobre o que acabou de acontecer entre eles.
As cenas estão previstas para irem ao ar nesta sexta-feira, dia 16.
Fonte: Te Contei
O romance é interrompido pelo flagra de Josué (Raphael Viana), que avisa que uma búfala está parindo e precisa da ajuda urgente de Carlos. Os três partem imediatamente para a fazenda, impedindo Carlos e Miriam consigam conversar sobre o que acabou de acontecer entre eles.
As cenas estão previstas para irem ao ar nesta sexta-feira, dia 16.
Fonte: Te Contei
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quarta-feira, 14 de março de 2012
Gabriel Braga Nunes se destaca por construir personagens na prática
- Márcio Maio
Gabriel Braga Nunes foge do lugar-comum. Normalmente, os atores adotam um discurso mais defensivo ao protagonizarem uma novela. Já ele se mostra seguro e confiante: no lugar dos batidos discursos de responsabilidade grande ou intenso laboratório, prefere mergulhar no texto e na rotina da novela para construir, aos poucos, seu personagem - no caso, o rústico Carlos de Amor Eterno Amor.
Na trama de Elizabeth Jhin, o ator vive o filho perdido de Verbena, interpretada por Ana Lúcia Torre, que possui o dom de acalmar os animais. E ele garante: não se preocupou com qualquer tipo de preparação para as cenas.
"No lugar de ficar em casa lendo e pesquisando como seria um domador, preferi chegar no Pará para gravar e já fazer isso. Quando se ganha um papel como esse, ou você confia na equipe ou não funciona", argumenta Nunes, hoje um defensor da teledramaturgia.
"Me formei sem pensar em televisão. Agora, no entanto, é o meu veículo preferido. Não tem repetição ou rotina, como no teatro", justifica.
Confira a entrevista na íntegra a seguir:
Terra - Entre Insensato Coração e Amor Eterno Amor você ficou muito pouco tempo de férias. O que o fez aceitar logo fazer outra novela?
Gabriel Braga Nunes - O que mais me chamou a atenção nesse convite foi sair do vilão e fazer o herói, um contraste forte em tão curto espaço de tempo. São personagens diametralmente opostos. Nunca interpretei esse tipo de pele queimada, chapéu, meio caubói, sentado no cavalo e galopando. Além disso, a previsão é que a gente não ultrapasse 150 capítulos. Eu também sempre admirei o Papinha (Rogério Gomes, diretor). Tinha vontade de trabalhar com ele, fiquei impressionado com o sucesso de Escrito nas Estrelas, última obra da Elizabeth Jhin (autora,) e também desejava dividir cena com a Andréia Horta, que já estava escalada. Ela fez Alice, na HBO, junto com a minha mãe (a atriz Regina Braga) e fiquei extremamente fascinado com seu talento.
Terra - O Carlos tem uma ligação grande com os animais, fazendo com que você grave muito com eles. Como tem sido essa experiência?
Gabriel - Até onde eu recebi o texto, o Carlos tem uma facilidade no trato com os bichos. E é claro que, quando a gente está gravando, os animais não são dirigidos tão facilmente quanto a gente gostaria que fossem. Passamos por alguns imprevistos, é normal, até por serem cenas mais demoradas. Não é fácil você falar para uma onça "para aqui" ou "para ali". Mas não tenho medo, decidi confiar. Até porque fazer um personagem como esse e não se entregar à equipe não seria possível. Já aconteceu, por exemplo, de eu tomar coice, cair do cavalo, mas nada grave ou sério. Inclusive diversos desses pequenos acidentes foram incorporados à novela, já que fazem parte da rotina de uma fazenda.
Terra - Essas sequências com os animais têm sido sua maior dificuldade até agora?Gabriel - A minha maior dificuldade é o calor. O Rio de Janeiro - principalmente nesta época do ano - é muito quente. E esse é um personagem que vive basicamente de externas, eu quase não faço cenas de estúdio por enquanto. Além disso, como um bom paulista de Higienópolis, adoro um ar-condicionado. Na nossa cidade cenográfica não venta. Então a gente trabalha invariavelmente sob muito calor.
Terra - Vocês gravaram muitas externas no Pará também...
Gabriel - Sim. E devo dizer que fiquei absolutamente deslumbrado com tudo o que vi ali. Gostei demais da Ilha de Marajó. No último dia, me agarrei a uma árvore e disse, "ninguém me tira daqui" (risos). É tão bonito, uma mistura diferente de floresta amazônica e praia nordestina. Fomos ainda a Alter do Chão, que tem um povo extremamente doce e educado. Eles têm uma espécie de ingenuidade ou pureza que é bem cativante.
Terra - Além do trato com os animais, o Carlos é também o filho perdido de Verbena, personagem de Ana Lúcia Torre. Você chegou a se inspirar em alguém ou alguma história parecida?
Gabriel - Não. Eu tenho um pensamento que é o seguinte: novela a gente aprende fazendo. A gente descobre o personagem com o passar dos capítulos. É contracenando com a mãe, com a mulher que ele ama, com o inimigo, prestando atenção nos cenários, na relação com os animais, são nesses detalhes que o personagem vai aparecendo. Sempre tendo a achar que aquilo que você prepara ou faz em casa e leva para um set acaba te afastando do personagem de novela.
Terra - E, fisicamente, precisou fazer alguma coisa? Afinal, você mesmo citou a pele bronzeada...
Gabriel - Não, eu evito mesmo fazer qualquer preparação para televisão. E, nesse sentido, foi muito importante começar a gravar lá no Pará. Não tinha como eu me preparar para ser um domador de búfalos, pois necessariamente faria alguma coisa errada. Foi mais real simplesmente chegar lá e domar um búfalo. É mais real do que ficar na minha casa imaginando e lendo como um domador de búfalos seria.
Terra - Como vocês chegaram ao visual do Carlos? Foi uma sugestão sua deixar o cabelo e a barba crescerem?
Gabriel - Aconteceu naturalmente. Quando terminei a novela, fui para Nova York e decidi deixar crescer tudo porque assim, quando eu voltasse, teria material para trabalhar. É melhor ter mais do que ter menos - qualquer coisa é só cortar a barba e o cabelo e você está pronto. Então cheguei cabeludo e barbudo e o pessoal olhou para mim achando interessante. Todos começaram a enxergar o personagem e comprei essa ideia também.
Terra - A novela fala de espiritismo e você é ateu. Como funciona essa relação na sua cabeça?
Gabriel - Aposto que essa vai ser uma história bonita e envolvente, que vai me trazer os elementos necessários para fazê-la de forma crível. Sou ateu, mas acredito muito na capacidade do texto da Elizabeth Jhin. Acho que há ingredientes muito fortes para envolver o telespectador brasileiro, cuja inclinação à fé é grande.
Terra - Nos últimos anos, você vem praticamente emendando uma novela na outra. Como se rendeu à televisão?
Gabriel - É curioso isso porque, realmente, o que me levou a escolher a profissão de ator foi o teatro. Exclusivamente ele! Nem cogitava fazer TV. Ao longo dos anos, resolvi experimentá-la e começamos a viver uma história de cada vez mais envolvimento. Hoje em dia, é o meu veículo favorito. Prefiro fazer novelas a teatro ou cinema. Isso tem a ver com a vida dinâmica que uma novela nos proporciona. Eu, como um bom aquariano, me incomodava muito com a repetição, a rotina do palco. O dinamismo de gravar coisas diferentes a cada dia foi me contagiando. E também de poder fazer viagens tão diferentes, como quando fui à Sicília para Poder Paralelo e, agora, ao Pará. É, sem dúvida, o que mais gosto de fazer.
Terra - Foi isso que o fez assinar um contrato longo com a Globo? Afinal, você sempre disse qu
e preferia ficar livre para tomar suas próprias decisões na carreira. Gabriel - Pela primeira vez na minha história eu faço um contrato que não seja por obra, mas por tempo. E isso tem a ver, sim. Sempre prezei muito por minha liberdade e pelo meu poder de decisão. E sempre achei complicado ficar atrelado por anos a uma empresa sem saber exatamente o que iria fazer. Preferia dar um passo de cada vez. Neste momento da minha vida, após Insensato Coração, enxerguei na relação com a Globo um bom diálogo e capacidade de realização de trabalhos de qualidade. Me vi respeitado e valorizado, senti que tenho voz ativa e achei que era um momento bonito com a empresa, que merecia ser coroado com um belo contrato, exatamente como o que fiz.
Talento do berçoGabriel Braga Nunes cresceu cercado por referências teatrais. Filho da atriz Regina Braga e do diretor Celso Nunes, começou a frequentar o meio artístico desde muito novo e, provavelmente por isso, se interessou pela interpretação ainda criança. As primeiras aulas de teatro aconteceram na escola, quando tinha por volta de 13 anos e ajudaram muito o jovem na hora em que optou por fazer uma faculdade de Artes Cênicas. "Desde garoto, eu achava legal a vida do ator. Olhava para alguns e ficava impressionado, queria ser como eles", recorda ele, que fazia performances no bandejão da universidade onde estudava.
Fascinado por teoria e pesquisa, Gabriel estreou na TV em 1996, na novela Razão de Viver, do SBT, na pele do "bad boy" Mário. No ano seguinte, integrou o elenco de Por Amor e Ódio, na Record, fazendo logo em seguida o engomadinho Olavo de Anjo Mau, sua estreia na Globo. Começou a emplacar inúmeros outros trabalhos na emissora, como em Terra Nostra, Estrela-Guia e O Beijo do Vampiro. Mas ganhou prestígio e respeito na televisão após se tornar o principal nome do elenco masculino da Record, na qual protagonizou Essas Mulheres, Cidadão Brasileiro e Poder Paralelo, além de interpretar o vilão Taveira em Caminhos do Coração e em sua continuação - Os Mutantes. "Fiz bons trabalhos na emissora, grandes personagens. Cresci muito como ator e pude estreitar esse laço com a televisão", valoriza.
Em formaGabriel não se esforçou para ficar mais forte para interpretar um domador de búfalos em Amor Eterno Amor. Mas o ator assume que, depois de mudar seus hábitos para perder os 30 quilos ganhos na época de Cidadão Brasileiro, começou a mudar seu corpo. Para eliminar a barriga, se tornou adepto da corrida, chegando a disputar, no final do ano passado, a tradicional Corrida de São Silvestre, em São Paulo. "Estou me preparando para fazer, no segundo semestre, uma maratona. No Rio, a gente acaba correndo muito na esteira por causa do calor. Ou você levanta muito cedo ou tem de estar livre à noite. E nem sempre estou", explica.
Trajetória Televisiva
Razão de Viver (SBT, 1996) - Mário
Por Amor e Ódio (Record, 1997) - Lucas Toledo
Anjo Mau (Globo, 1997) - Olavo Ferraz
Terra Nostra (Globo, 1999) - Augusto Neves Marcondes
Uga Uga (Globo, 2000) - Otacílio
Estrela-Guia (Globo, 2001) - Guilherme Nunes
O Quinto dos Infernos (Globo, 2002) - Felício
O Beijo do Vampiro (Globo, 2002) - Victor
Kubanacan (Globo, 2003) - Vitor
Senhora do Destino (Globo, 2004) - Dirceu
Essas Mulheres (Record, 2005) - Fernando Seixas
Cidadão Brasileiro (Record, 2006) - Antônio Maciel
Caminhos do Coração (Record, 2007) - Taveira
Os Mutantes (Record, 2008) - Taveira
Poder Paralelo (Record, 2009) - Tony Castelamare
Insensato Coração (Globo, 2011) - Léo
Amor Eterno Amor (Globo, 2012_ - Carlos
Fonte: Terra
Gabriel Braga Nunes e Gloria Pires são os grandes vencedores do APCA
Márcia Cabrita e Tuca Andrada comandaram a atração, em São Paulo
A 56° cerimônia de entrega dos prêmios da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) reuniu um time de famosos no Sesc Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, na noite de terça-feira (13). Apresentado por Márcia Cabrita e Tuca Andrada, a premiação reverenciou nomes como Glória Pires e Gabriel Braga Nunes, escolhidos por jornalistas filiados à entidade, como os melhores de 2011, devido ao trabalho em Insensato Coração, novela exibida na Globo.
Sorridente, Glória subiu ao palco sob aplausos.
“Agradeço ao Gilberto Braga e Ricardo Linhares pela personagem, e pela paciência da minha família estou muito feliz com a premiação”, disse a atriz em seu discurso de agradecimento.
Já Gabriel, que arrumou uma brecha nos intervalos de Amor Eterno Amor, da Globo, para receber o prêmio, destacou o espírito coletivo do trabalho.
“Estou muito contente por um prêmio que, para mim, tem que ser coletivo, por toda a equipe envolvida”, destacou.
Quem também recebeu o troféu foi Cauby Peixoto, pelo conjunto da obra. O cantor não cabia em si de felicidade.
“Estou extremamente feliz em ser reconhecido com mais este prêmio”.
Namorado de Marisa Orth, o músico DaLua, destacou o reconhecimento pela crítica que em seus 20 anos de carreira, lhe concedeu o primeiro prêmio.
Fonte: O Fuxico, Terra, Ego
A 56° cerimônia de entrega dos prêmios da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) reuniu um time de famosos no Sesc Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, na noite de terça-feira (13). Apresentado por Márcia Cabrita e Tuca Andrada, a premiação reverenciou nomes como Glória Pires e Gabriel Braga Nunes, escolhidos por jornalistas filiados à entidade, como os melhores de 2011, devido ao trabalho em Insensato Coração, novela exibida na Globo.
Sorridente, Glória subiu ao palco sob aplausos.
“Agradeço ao Gilberto Braga e Ricardo Linhares pela personagem, e pela paciência da minha família estou muito feliz com a premiação”, disse a atriz em seu discurso de agradecimento.
Já Gabriel, que arrumou uma brecha nos intervalos de Amor Eterno Amor, da Globo, para receber o prêmio, destacou o espírito coletivo do trabalho.
“Estou muito contente por um prêmio que, para mim, tem que ser coletivo, por toda a equipe envolvida”, destacou.
Quem também recebeu o troféu foi Cauby Peixoto, pelo conjunto da obra. O cantor não cabia em si de felicidade.
“Estou extremamente feliz em ser reconhecido com mais este prêmio”.
Namorado de Marisa Orth, o músico DaLua, destacou o reconhecimento pela crítica que em seus 20 anos de carreira, lhe concedeu o primeiro prêmio.
Fonte: O Fuxico, Terra, Ego
terça-feira, 13 de março de 2012
Amor Eterno Amor: Miriam e Carlos se veem pela primeira vez e ficam encantados um pelo outro
Jornalista se aproxima fingindo ser uma turista perdida, mas Barão fica perturbado com a presença da moça e logo começa a tratá-la mal

Valéria (Andréia Horta) e Gracinha (Daniela Fontan) levam Miriam (Letícia Persiles) para perto do lago onde Carlos (Gabriel Braga Nunes) gosta de ficar. O plano da jornalista é se fazer de turista perdida para se aproximar do rapaz. Seguindo adiante, Miriam encontra o peão jogando pedrinhas nas águas límpidas do lago e, para chamar atenção, ela faz o mesmo e diz: “Eu era boa nisso quando era criança, mas perdi o jeito!”. Ele se vira, os olhos dos dois se encontram e, por um momento, o tempo parece parar em volta deles, que ficam encantados um pelo outro.
Carlos fica perturbado pelo que Miriam disse sobre a infância e começa a encher a jovem de perguntas. Logo percebe que está sendo intrometido e pede desculpas. Retomando o autocontrole, o peão vai se afastando, mas Miriam tenta impedir que ele vá embora e apela: “Acho que estou meio perdida. O cavalo me trouxe até aqui... É emprestado, sabe?".Carlos não dá a mínima atenção para o que ela diz, mas Miriam persiste em tentar conversar com o rapaz. Vendo que está sendo ignorada, a jornalista perde a paciência. “Ei!! Por que não pode falar comigo direito?!”, pergunta, tocando o cavalo.

O animal se irrita com o tratamento recebido por Miriam e empina. Vendo a situação, Carlos volta e conversa com o bicho olhando em seus olhos e consegue acalmá-lo. Em seguida, vai embora deixando Miriam para trás. Ela fica indignada e diz para si mesma, antes de ir embora: “Mas é mesmo muito metido, esse Barão!!!”.
Valéria (Andréia Horta) e Gracinha (Daniela Fontan) levam Miriam (Letícia Persiles) para perto do lago onde Carlos (Gabriel Braga Nunes) gosta de ficar. O plano da jornalista é se fazer de turista perdida para se aproximar do rapaz. Seguindo adiante, Miriam encontra o peão jogando pedrinhas nas águas límpidas do lago e, para chamar atenção, ela faz o mesmo e diz: “Eu era boa nisso quando era criança, mas perdi o jeito!”. Ele se vira, os olhos dos dois se encontram e, por um momento, o tempo parece parar em volta deles, que ficam encantados um pelo outro.
O animal se irrita com o tratamento recebido por Miriam e empina. Vendo a situação, Carlos volta e conversa com o bicho olhando em seus olhos e consegue acalmá-lo. Em seguida, vai embora deixando Miriam para trás. Ela fica indignada e diz para si mesma, antes de ir embora: “Mas é mesmo muito metido, esse Barão!!!”.
Será que Miriam vai conseguir se aproximar de Carlos? Não perca as cenas, que começam a ser exibidas na quinta-feira, dia 15 de março.
Fonte: Globo
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sábado, 10 de março de 2012
5 perguntas para Gabriel
Márcio Maio/TV Press
Mix – Entre Insensato Coração e Amor Eterno Amor, você ficou pouco tempo de férias. O que o fez aceitar fazer outra novela?
Gabriel Braga Nunes – O que mais me chamou atenção nesse convite foi sair do vilão e encarnar o herói, um contraste forte em tão curto espaço de tempo. São personagens diametralmente opostos. Nunca interpretei esse tipo de pele queimada, chapéu, meio caubói sentado no cavalo e galopando. Além disso, a previsão é de que a gente não ultrapasse 150 capítulos. E eu sempre admirei o Papinha (Rogério Gomes, diretor). Tinha vontade de trabalhar com ele.
Mix – Como tem sido a experiência de gravar com animais?
Gabriel – Até onde eu recebi no texto, o Carlos tem uma facilidade no trato com os bichos. E é claro que quando a gente está gravando, os animais não são dirigidos tão facilmente quanto a gente gostaria que fossem. Passamos por alguns imprevistos, é normal. E são cenas mais demoradas, sem dúvida. Não é fácil você falar para uma onça “para aqui” ou “para ali”. Mas não tenho medo. Decidi confiar. Já aconteceu de tomar coice e cair do cavalo, mas nada grave ou sério.
Mix – O Carlos é também o filho perdido de Verbena. Você chegou a se inspirar em alguém ou em uma história parecida?
Gabriel – Não, eu tenho um pensamento que é o seguinte: novela a gente aprende fazendo. A gente descobre o personagem com o passar dos capítulos. É contracenando com a mãe, com a mulher que ele ama, com o inimigo, prestando atenção nos cenários, na relação com os animais, que o personagem vai aparecendo.
Mix – A novela fala de espiritismo e você é um ateu. Como funciona essa relação na sua cabeça?
Gabriel – Aposto que essa vai ser uma história bonita e envolvente. E que vai me trazer os elementos necessários para eu fazer de forma crível. Sou ateu, mas acredito muito na capacidade do texto da Elizabeth Jhin. Acho que tem ingredientes muito fortes para envolver o telespectador brasileiro, que tem uma inclinação grande à fé.
Mix – Nos últimos anos, você vem emendando uma novela em outra. O que aconteceu para que se rendesse à televisão?
Gabriel – É curioso isso porque, realmente, o que me levou a escolher a profissão de ator foi o teatro. E exclusivamente ele! Nem cogitava fazer tevê. Ao longo dos anos, resolvi experimentá-la e começamos a viver uma história de cada vez mais envolvimento. Hoje em dia, é o meu veículo favorito. Prefiro fazer novelas a teatro ou cinema. Isso tem a ver com a vida dinâmica que uma novela nos proporciona. Eu, como um bom aquariano, me incomodava muito com a repetição, a rotina do palco. O dinamismo de gravar coisas diferentes a cada dia foi me contagiando.
Fonte: Gazeta do Sul
Mix – Entre Insensato Coração e Amor Eterno Amor, você ficou pouco tempo de férias. O que o fez aceitar fazer outra novela?
Gabriel Braga Nunes – O que mais me chamou atenção nesse convite foi sair do vilão e encarnar o herói, um contraste forte em tão curto espaço de tempo. São personagens diametralmente opostos. Nunca interpretei esse tipo de pele queimada, chapéu, meio caubói sentado no cavalo e galopando. Além disso, a previsão é de que a gente não ultrapasse 150 capítulos. E eu sempre admirei o Papinha (Rogério Gomes, diretor). Tinha vontade de trabalhar com ele.
Mix – Como tem sido a experiência de gravar com animais?
Gabriel – Até onde eu recebi no texto, o Carlos tem uma facilidade no trato com os bichos. E é claro que quando a gente está gravando, os animais não são dirigidos tão facilmente quanto a gente gostaria que fossem. Passamos por alguns imprevistos, é normal. E são cenas mais demoradas, sem dúvida. Não é fácil você falar para uma onça “para aqui” ou “para ali”. Mas não tenho medo. Decidi confiar. Já aconteceu de tomar coice e cair do cavalo, mas nada grave ou sério.
Mix – O Carlos é também o filho perdido de Verbena. Você chegou a se inspirar em alguém ou em uma história parecida?
Gabriel – Não, eu tenho um pensamento que é o seguinte: novela a gente aprende fazendo. A gente descobre o personagem com o passar dos capítulos. É contracenando com a mãe, com a mulher que ele ama, com o inimigo, prestando atenção nos cenários, na relação com os animais, que o personagem vai aparecendo.
Mix – A novela fala de espiritismo e você é um ateu. Como funciona essa relação na sua cabeça?
Gabriel – Aposto que essa vai ser uma história bonita e envolvente. E que vai me trazer os elementos necessários para eu fazer de forma crível. Sou ateu, mas acredito muito na capacidade do texto da Elizabeth Jhin. Acho que tem ingredientes muito fortes para envolver o telespectador brasileiro, que tem uma inclinação grande à fé.
Mix – Nos últimos anos, você vem emendando uma novela em outra. O que aconteceu para que se rendesse à televisão?
Gabriel – É curioso isso porque, realmente, o que me levou a escolher a profissão de ator foi o teatro. E exclusivamente ele! Nem cogitava fazer tevê. Ao longo dos anos, resolvi experimentá-la e começamos a viver uma história de cada vez mais envolvimento. Hoje em dia, é o meu veículo favorito. Prefiro fazer novelas a teatro ou cinema. Isso tem a ver com a vida dinâmica que uma novela nos proporciona. Eu, como um bom aquariano, me incomodava muito com a repetição, a rotina do palco. O dinamismo de gravar coisas diferentes a cada dia foi me contagiando.
Fonte: Gazeta do Sul
Amor Eterno Amor: Carlos fica furioso ao ver Valéria mexendo em desenhos de Elisa
Morena fuxica as coisas de Barão e acaba levando uma bronca ao falar do amor de infância do vaqueiro
Provocante como sempre, Valéria se insinua para cima de Carlos e os dois acabam se beijando. Mais tarde, Carlos acorda e se surpreende ao ver a jovem mexendo em seus desenhos. Ela encontra o de Elisa e fica com ciúme. "É por causa dela, né? A minha rival! Tu estás enrabichado por essa Elisa, né, Barão?", pergunta.
Carlos perde a paciência e a faz devolver o desenho. "Nunca mais mexa nas minhas coisas. Nunca mais fale no nome da Elisa. Nunca mais", sentencia. Será que Valéria vai conseguir esquecer do desenho de Elisa?
A Cena vai ao ar hoje, dia 10/03!
Fonte: Globo
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